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Saiba mais sobre o Olho Seco

O que é o Olho Seco? 

A lágrima, ou filme lacrimal, é um líquido produzido pelas glândulas lacrimais composta por água, sais minerais, proteínas e gordura, com a função de lubrificar, limpar e proteger os olhos das agressões causadas por substâncias estranhas ou micro-organismos.

Uma anomalia na produção ou na qualidade da lágrima pode provocar o ressecamento da superfície do olho, da córnea e da conjuntiva. Esta condição é conhecida como Síndrome do Olho Seco.

Dicas básicas para aliviar os sintomas do Olho Seco

1. Pisque regularmente
2. Use um umidificador em casa ou no seu local de trabalho.
3. Use óculos de sol ao ar livre, especialmente aqueles com envoltório, para reduzir a exposição ao vento e ao sol.
4. Não esfregue os olhos – mesmo que possa sentir-se bem temporariamente, pode irritar os olhos
5. Utilize lubrificantes oculares. Eles ajudam no alívio dos sintomas, e geralmente não costumam ter efeitos adversos.

Blefarite – Saiba mais sobre isso…

Segundo as estatísticas, cerca de dois terços dos pacientes que passam em consultas oftalmológicas apresentam algum grau de inflamação nas pálpebras. A conjuntivite é a doença ocular mais comum e a causa pode ser desde uma simples irritação decorrente da poluição do ar ou da toxicidade de um colírio, passando por alergias e queimaduras por agentes físicos ou químicos e até por infecções causadas por bactérias, vírus ou fungos.

Estudos científicos recentes tem demonstrado que uma boa higiene das pálpebras e dos cílios, contribuem de forma significativa no tratamento de todas as inflamações palpebrais, além de diminuir o risco de complicações em diversas cirurgias oftalmológicas. Em função disso a higiene das pálpebras é atualmente uma etapa essencial no tratamento de diversas doenças. A higienização diária da pele que recobre os olhos e dos cílios tem demonstrado ser eficaz na prevenção das inflamações palpebrais e para isso a indústria farmacêutica vem desenvolvendo produtos cada vez mais adequados.

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Descolamento de Retina

Causas e Sintomas

descolamento-retina2-300x259[1]A maior parte dos problemas de Descolamento de Retina é provocada por  pequenos buracos na retina. Esses buracos podem ser provocados por uma retração de vítreo, substância gelatinosa que preenche o globo ocular.

Essa retração do vítreo pode ocorrer devido ao processo natural de envelhecimento, que normalmente não provoca danos à retina. No entanto, inflamações, ferimentos ou crescimento anormal do olho podem também provocar a retração e, nesse caso, representa um risco à sua visão. O diabetes é outra causa  de descolamento.

O Descolamento de Retina, nos seus estágios iniciais, provoca pequenas alterações na visão periférica, como o surgimento de sombras escuras, que podem progredir em menos de 24 horas.

Com o agravamento da doença, o Descolamento de Retina irá provocar o embaraçamento da visão central, e pode resultar em significativa perda  visual, a menos que seja tratado o mais rápido possível.

Diagnóstico

Um Descolamento de Retina só pode ser diagnosticado pela observação da parte  interna do olho. No entanto, quando notado algum sintoma de descolamento o mais rápido possível. O oftalmologista analisa o interior do olho com o auxílio de aparelhagem especial, como o oftalmoscópio, lentes de contato e ultrassom.

Tratamento

Se houver ruptura de retina, mas ainda não houve o Descolamento, esse pode ser evitado com um tratamento imediato, através de fotocoagulação retiniana com Laser.

No entanto, quando se dá o Descolamento, este pode ser revertido com tratamento cirúrgico. Há diversos procedimentos cirúrgicos par se reverter o Descolamento. O mais apropriado será determinado dependendo da gravidade do quadro e do julgamento do oftalmologista.

Em casos mais complexos de Descolamento de Retina, será necessário usar a técnica chamada vitrectomia. Essa operação consistem em remover a parte contraída do vítreo para fora do olho. Quando necessário, o vítreo retirado será substituído por solução balanceada apropriada, preenchendo
a cavidade ocular.

Mais de 90% dos casos de descolamento de retina podem ser resolvidos através de intervenção cirúrgica.

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Glaucoma: é bom saber!

O que é Glaucoma?

O Glaucoma é a segunda maior causa de cegueira no mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde. Trata-se de um conjunto de doenças que levam ao dano do nervo óptico, uma das principais estruturas do olho, responsável pela visão. Nessa doença, o campo de visão é comprometido de maneira crônica e progressiva, e pode levar à cegueira se não for tratada.

Qualquer pessoa pode ter glaucoma?

Sim, qualquer pessoa pode ter glaucoma, porém esta doença é mais frequente em pessoas com histórico familiar de glaucoma, idosos, pessoas de raça negra e indivíduos com a pressão interna do olho elevada.

Como deve ser o tratamento?

Somente o seu oftalmologista poderá indicar o melhor tratamento para o seu glaucoma, pois cada paciente apresenta uma necessidade. Porém sabemos que o principal objetivo deve ser o controle da doença, não permitindo a sua progressão. Isso poderá ser feito através de colírios, ou em último caso, cirurgias.

Pressão intraocular e pressão arterial, são a mesma coisa?

Não. A pressão intraocular existe e atua apenas dentro dos nossos olhos e a pressão arterial existe e atua apenas nos vasos sanguíneos.

Fui diagnosticado com glaucoma. Devo mudar minha alimentação?

Atualmente não há nenhum estudo que comprove alterações na doença por conta da alimentação.

Como agem os medicamentos utilizados para o glaucoma?

Geralmente os pacientes diagnosticados com glaucoma fazem uso de colídios, com o objetivo de baixar a pressão interna do olho. Estes medicamentos atuam diretamente em um líquido que circula dentro dos olhos, chamado de Humor Aquoso. O colírio poderá agir diminuindo a produção ou aumentando a sua drenagem.

Os colírios podem apresentar algum efeito colateral?

Sim, mas os efeitos podem mudar de um colírio par ao outro. Os efeitos mais comuns são: olho vermelho, ardor, coceira, faltar de ar e arritmias. Converse com o seu oftalmologista e peça informações sobre os efeitos colaterais do seu medicamento.